whos.amung.us

Get Your Own Real Time Visitor Map!

Processo fotossintético energia sintetizada e movimento muscular

Processo fotossintético energia sintetizada e movimento muscular 

  O sol é o principal fator da existência da vida na terra. A luz solar é irradiada por todas as dimensões. A Terra é atingida por uma pequena parte, na proporção de um a cada 2 bilhões. Desta pequena quantidade, um centésimo é capturado pelas plantas. A energia da luz solar transforma-se em vida por intermédio das células vegetais e animais e o processo principal ocorre na transformação de uma energia em outra, principalmente na transformação da energia radiante do Sol, em energia química. Todas as células precisam de energia para desempenhar suas atividades. 

Quando as plantas recebem a luz solar e utiliza dela para transformar o dióxido de carbono e a água em substâncias químicas, esse processo é chamado de fotossíntese. O raio de luz solar incide sobre a planta, atravessa suas paredes até chegar no cloroplasto e dentro dele existem moléculas verdes chamadas de clorofila. Na clorofila existem átomos rodeados de elétrons com cargas negativas, ou de baixa energia. Quando a luz solar é absorvida pela clorofila ocorre um processo denominado fóton, pois os elétrons absorvem essa energia luminosa e elevam a sua carga. Neste momento quando ocorre a elevação de carga do elétron, ou seja, o fóton, o elétron se afasta temporariamente da molécula de clorofila passando essa energia para um elemento vizinho – uma molécula receptora-, tudo ocorre com muita rapidez. Já capturado o elétron é transferido para uma série de quatro outras moléculas receptoras que absorvem um pouco de energia do elétron excitado e a ultima etapa do elétron é o seu retorno à molécula de clorofila, este ciclo ocorre em todo processo fotossintético em quanto houver luz. Essa movimentação dos elétrons de distribuição de energia constitui uma certa eletricidade. 

Mas o objetivo da fotossíntese não é produzir energia elétrica, mas sim substância rica em energia química e isso ocorre na transformação de energia elétrica, juntamente com a água e o dióxido de carbono que a planta extraiu da natureza.  Durante o período do qual o elétron do cloroplasto esta perdendo seu excesso de energia nas cadeias transportadoras, surge a ATP (Trifosfato de Adenosina) desse processo de dupla troca de energia, ou seja, a energia que era necessária para ligar esse terceiro grupo fosfático, encerrou-se agora na molécula de ATP, pelo menos enquanto esse terceiro grupo fosfático ainda estiver ligado. 

            Enquanto essas moléculas estão sendo carregadas de ATP, outra reação está acontecendo no interior do cloroplasto. Elétrons quebram a água que o vegetal absorveu da natureza, em componentes de hidrogênio e oxigênio. O hidrogênio é utilizado no NADP, formando o NADPH2 e o oxigênio é liberado na atmosfera para uso da nossa respiração. 

            A segunda fase pode ser chamada de fase escura. Ela consiste numa série de reações químicas interligadas. A energia necessária provém da ATP e o NADPH2 libera o hidrogênio para a diminuição do CO2. O produto importantíssimo gerado dessa segunda fase é a Glicose.  Ela conserva sua energia até o momento em que se torne necessária. 

            As reações químicas que ocorrem, seriam processos extremamente lentos se não fosse a existência de um composto chamado enzimas. Elas têm a função de acelerar as reações químicas para que o processo seja realizado com a rapidez necessária para o perfeito funcionamento do ciclo. 

Curiosamente o processo da fotossíntese é tão extraordinário, que segundo pesquisas, ela é capaz de converter 75% da energia luminosa recebida pelo vegetal, em energia química.  Já as máquinas construídas pelo homem, como a vapor, geralmente não tem rendimento maior do que 30%. 

Com as transformações concluídas e a fotossíntese completada, iniciamos os nossos objetivos que é extrair a energia que se encontra na glicose, para que ela possa ser utilizada no nosso organismo. Quando nos alimentamos desses 

célula animal

 vegetais diretamente, ou quando ingerimos leite, ou comemos a carne de um animal que também se alimentou de vegetais, a glicose que a planta sintetizou anteriormente é transportada pela nossa corrente sanguínea atingindo as diferentes células, do qual as membranas absorvem. È no citoplasma que começa então a nossa captação de energia da glicose, já que não podemos obtê-la da energia solar. O primeiro processo é a glicólise. Numa série de reações, contando com o recebimento de 2 grupos fosfatos e com a aceleração das enzimas apropriadas, ocorre a degradação da glicose (lise = quebra) em duas moléculas de piruvato. O rendimento líquido energético é de 2 moléculas de ATP para cada molécula de glicose. 

 O processo de obtenção de energia caracteriza-se pela degradação da glicose ou de outro combustível orgânico em moléculas simples, CO2 e H2O e energia suficiente para preencher 38 moléculas de ligação de ATP por molécula de glicose. Além da glicólise, há também o ciclo de Krebs que ocorre na matriz da mitocôndria, e é uma série de reações que liberam CO2 e produzem NADH2 e FADH2 moléculas transportadoras de elétrons, hidrogênio e energia. E a ultima fase da respiração celular aeróbica é a Fosforilação oxidativa onde toda energia dos elétrons que foi transferida para o NADH2 e FADH2 será utilizada para a síntese de ATP. Diferentemente da fotossíntese que o produto final da reação química é oxigênio, aqui o produto final é a água, que deriva da combinação de elétrons livres para constituir átomos de oxigênio que forma água. 

Todos esses trabalhos da célula são feitos de maneira perfeita, devido ao que a natureza projetou em seus próprios dispositivos. O fluxo de elétrons que se movem ao longo das cadeias transportadoras são importantes, pois de acordo com o aumento de atividades no nosso organismo as correntes se intensificam. Num homem em repouso, podem circular três elétrons por segundo em uma única cadeia transportadora, enquanto que, numa atividade essa mesma cadeia pode transportar até 30 elétrons por segundo e considerando que existem cerca de 15000 cadeias numa única mitocôndria, 50 a 5000 mitocôndrias por célula e milhares dela no corpo humano, esse fluxo de elétrons pode ser enorme. E para completar nossa perfeição, caso houver grande disponibilidade de energia, alguns compostos de oxidação deixam o ciclo de Krebs e aderem a outras linhas de montagem, transformando-se em gorduras armazenadas na célula que podem ser utilizadas durante um período de falta de alimentação. 

Todo esse harmonioso funcionamento do organismo desencadeia em várias outras funções como, por exemplo, o movimento humano que ocorre graças à liberação de energia. As tarefas são desempenhadas de forma organizada e hierárquica, apesar da importância de cada detalhe. De acordo com a pesquisa, identificamos duas classes relacionadas com o movimento. Sistemas de organização e sistemas efetores. 

Sistemas de organização: São encarregados de organizar a atividade de diferentes tarefas e são subdivido em: 

Sistema de organização do comportamento: É onde ocorrem as motivações, necessidades e impulsos para o movimento. Está relacionado com a atividade cerebral; 

Sistema de organização do movimento: É responsável pela elaboração do padrão de descargas neurais que resultam em relaxamento e contrações musculares e está relacionado com o sistema nervoso; 

Sistema de organização de resposta vegetativa: Tem a função de organizar os ajustes necessários, já que a atividade muscular implica no alimento da demanda metabólica do organismo. 

Sistemas Efetores: Este se encarrega de concretizar as tarefas coordenadas pelo sistema de organização e são subdivididas em: 

Efetores do movimento: Compreendem as estruturas representadas pelos ossos, articulações, músculos, tornando-se sistemas de alavancas que estão sobre controle do sistema de organização; 

Efetores Vegetativos: Compreendem as estruturas que sobre o controle do sistema de organização de respostas vegetativas altera as condições do meio interno que de um modo geral são tarefas desempenhadas por tecido e órgãos que atendem as demais células. São denominados sistemas de apoio tais como o sistema endócrino, ventilatório, digestivo, entre outros. 

Além disso, há o sistema de transporte, que promove as ligações físicas entre os diferentes órgãos e tecidos do corpo representados principalmente pelo sistema cardiovascular e sangue. 

O movimento que fazemos, resulta de contração muscular que é realizado a custa de conversão de energia química liberada no desdobramento de ATP em ADP, em energia mecânica. Mas como a reserva de ATP muscular é limitada faz-se necessários mecanismos que promovam sua ressíntese: 

Quando ocorre o desenvolvimento de tensões musculares elevadas, a ressíntese imediata ocorre a partir do desdobramento da fosfocreatina que possibilitam exercícios de curtíssima duração. Cerca de três segundos; 

Já em contrações de cerca de um minuto, a ressíntese ocorre pela vias oxidativa, produzindo energia a partir da degradação do glicogênio em glicose e deste em ácido lático (glicose anaeróbica); 

Já nas vias oxidativas são inter-relacionadas diversas vias metabólicas que precisam de oxigênio, glicogênio, gorduras, proteínas armazenadas nos músculos e em outros tecidos do organismo, permitindo exercícios de baixa tensão e duração prolongada. 

As células musculares por necessitarem de muito mais energia que a demais, contêm as fibras musculares, geralmente em números bem maior de mitocôndrias que sintetizam ATP. 

            Em atividades de maior intensidade, predomina-se substratos intramusculares, enquanto que nas de menor densidade e maior duração, utiliza-se de reservas extramusculares representadas principalmente pela glicose produzidas pelo fígado e gorduras do tecido adiposo. 

Bibliografia: 

Livros: 

Pfeiffer, John e Redatores da biblioteca científica Life. A célula. Editora: Livraria José Olympio Editora, Rio de Janeiro, 1969. 

Guyton, Arthur C. – Fisiologia Humana e mecanismos das doenças. Tradução: Charles Alfred Esbérand – Editora: Guanabara Koogan – 3º edição, Rio de Janeiro, 1986. 

McArdle, William D. – Fisiologia do exercício: Energia, nutrição e desempenho humano. Tradução: Giuseppe Taranto – Editora: Guanabara Koogan, 6º edição, Rio de Janeiro, 2008. 

Caderno de estudos do grupo Etapa – Citologia 

 Site:www.22.fct.unesp.br/…/Organismo%20como%20sistema%20Abordagem%20fisiologica.doc 

Autores da presente matéria:  Evelin Luizi Farabotti, Geisianne de Almeida Barbosa, Juliana da Silva Martins, Leonardo Said, Mario WagnerNeto, Rubens Braga de Novais, Tainã Aline da Silva

2°Avaliação do 1°semestre

 

.“Espero que a pessoa que entre nas minhas exposições não seja a mesma ao sair” diz Sebastião Salgado. “Acredito que uma pessoa comum pode ajudar muito, não apenas doando bens materiais, mas participando, sendo parte das trocas de idéias, estando realmente preocupada sobre o que está acontecendo no mundo”.

“.Sebastião Salgado brasileiro reconhecido mundialmente por seu estilo único de fotografar.

Nascido em Minas Gerais, é um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade. Nomeado como representante especial do UNICEF em 3 de abril de 2001, dedicou-se a fazer crônicas sobre a vida das pessoas excluídas, trabalho que resultou na publicação de dez livros e realização de várias exposições, tendo recebido vários prêmios e homenagens na Europa e no continente americano.” Site: noismemo.files.wordpress.com/2008/10/sal.jpg

.Procurei muitas obras, mas a que mais tive segurança em discutir foi essa fotografia de Sebastião Salgado essa foto foi tirada na África, uma foto que choca que sensibiliza.

.O corpo fala muitas vezes mais do que as palavras, apesar dessa imagem parecer estática para muitos para mim não, pois depois de um semestre de curso consigo ver movimentos no que supostamente esta estático a imagem exposta nos mostra uma luta que não é arte marcial, mas uma luta pela vontade de viver, essa imagem  retrata um lugar marcado pela fome e miséria um lugar que hoje esta sediando um dos maiores eventos futebolísticos do mundo a Copa do mundo, paro para pensar e me surge uma incógnita, que tipo de jogo é esse? Pois não consigo ver espontaneidade nem prazer naquele menininho, consigo enxergar o tempo pois quanto tempo será que ele vai aguentar a fome ia sede, as regras impostas com certeza não teve a participação dele na pré elaboração.Bom tenho certeza não é um jogo lúdico pois segundo Huizinga (2004, p. 13) ” O jogo lança sobre nós um feitiço: é “fascinante”, “cativante”. Onde esta o cativante neste jogo?. Onde nessa fotografia esta a interação que um jogo cooperativo proporciona ? em um jogo cooperativo existe a proposta de sociabilização mas o que vejo é exclusão de um individuo que para mim não teve a oportunidade de participar nas construção das regras e que talvez nunca tenha tido a oportunidade de participar de uma brincadeira de criança como as brincadeiras vistas na obra “jogos e brincadeiras infantis” de Pieter Brughel, Brotto destaca a “Ética Cooperativa: con-tato, respeito mútuo, confiança, liberdade, re-creação, diálogo, paz-ciência, entusiasmo e continuidade” parece até ironia onde esta o respeito entusiasmo naquela fotografia? uma coisa é certo não pode haver uma continuidade, mas como parar essa exclusão isso é muito discutido e infelizmente não sai da discussão as pessoas colocam a culpa nas autoridades mas essas pessoas são pessoas que não tem certos valores incorporados, valores este que só tem através de vivências, vivências que trazem a consciência de que o coletivo pode fazer muito mais do que um só.Segundo Daolio (1995, p.39-40) “O homem, por meio do seu corpo, vai assimilando e se apropriando dos valores, normas e costumes sociais num processo de inCORPOração (a palavra e significativa).”valores que eu incorporei depois de me vestir de palhaço e ir para paulista alegrar o transito de São Paulo, que dizer eu não eu e meu grupo de pesquisa, alegria que pretendo proporcionar a pessoas que se encontram igual aquele menininho da fotografia alegria que vai agir em um corpo que não é maquina um corpo que segundo (Thérèse Bertherat, 1999) para conforma-se , se deformou ,corpo que foi substituído por um corpo estranho, corpo esse que nada esquece e não se divide em seus aspecto corpo que é total, corpo que somos nós. 

 . Como pensar em dança em cima de uma fotografia de um menininho que participa de um jogo que não é lúdico, de um menininho que esta excluso, não penso na dança ao observar a dura realidade que esta exposta nessa fotografia mas sim na cultura africana com suas danças afros danças diferentes porque não são da minha cultura mas que  me faz se apropriar de valores, valores que me faz sair apenas do procedimento alienado e me faz tomar contato com o conceito, conceito esse que traz a idéia de diversidade cultural de dinamismo corpos complexos e me faz mudar a atitude quebrando meus paradigmas (Darido, 2007).

Bibliografia:

DAOLIO, Jocimar. Da cultura do corpo. Editora: Papirus, Campinas, 1995, 108 p.

BRUEGHEL, Pieter – Obra: Jogos Infantis, 1560.

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: O jogo como elemento da cultura. Editora: Perspectiva, São Paulo, 2004, 5º ed. 256 p

BROTTO, Fábio O. – Jogos cooperativos: O jogo e o esporte como um exercício de convivência. Santos: Projeto Cooperação, São Paulo, 2002.

BERTHERAT, Thérèse. Com a colaboração de Bernstein Carol. O corpo tem suas razões: antiginástica e consciência de si. Editora: Martins Fontes, São Paulo, 1999, 2°tiragem, 223p.

DARIDO, Suraya C. – Para ensinar educação física: Possibilidade de intervenção na escola. Editora: Papirus, Campinas, 2007, p.341.  

  Site : noismemo.files.wordpress.com/2008/10/sal.jpg

 .Autor da presente matéria: WAGNER, Mario N. Aluno da unicid, Curso: Educação Física.

Dança; cultura; incorporar; viver o novo sem medo

Dança…O que é dança ? expressão corporal, ritmo, movimentos sincronizados, cultura. A dança é totalidade e dança é algo que faz parte de nós, somos um todo e a  dança esta neste todo.

   .Quando a temática dança foi proposta em sala pensei isso não vai dar certo eu sou homem sou lutador profissional essa coisa de dançar não é comigo, então eu olhei para professora e disse eu não sei dançar e ela respondeu só de ver você ai parado sem se movimentar sei que você dança. A dança esta incorporada em todos não há como não saber dança, em uma balada por exemplo todas a aquelas luzes batidas, batidas tão altas que você sente o som bater em seu corpo ai você começa a balançar a cabeça mexer as pernas logo esta dançando você começa a reproduzir até mesmo passo que a galera da balada esta fazendo começa a adaptar os passo para facilitar sua aprendizagem ou seja você o estilo de dança adapta ao seu corpo e reproduz. Daolio (1995, p.39-40) “O homem, por meio do seu corpo, vai assimilando e se apropriando dos valores, normas e costumes sociais num processo de inCORPOração (a palavra e significativa). Diz-se corretamente que um individuo incorpora algum novo comportamento ao conjunto de seus atos ou uma nova palavra ao seu repertório cognitivo. Mais do que um aprendizado intelectual, o indivíduo adquiri um conteúdo cultural. Em outros termos, o homem aprende a cultura por meio do seu corpo.”. Foi através dessa citação do Daolio e a compreensão da mesma que eu me dei a oportunidade de dançar e fiz a vivência quer dizer as vivências participei dos estilos de dança levados por todos os grupos da minha turma e da turma vizinha pois nós fomos ver a apresentação da outra sala e participamos foi incrível observar as pessoas participando elas improvisando  podemos dizer  ate mesmo adaptando os estilos de dança propostos aos seus corpo as para facilitar a incorporação da dança e do conteúdo cultural fornecida através da dança. Daolio (1995, p.39-40)“O homem, por meio do seu corpo, vai assimilando e se apropriando dos valores, normas e costumes …”. O homem incorpora outras culturas através das vivências, sendo assim o homem faz sua própria cultura, o homem faz seu estilo de dança basta apenas se dar uma chance de viver experimentar e logo descobrira. .A partir dessa visão entendo porque que quando eu falei para  professora que não sabia dançar ela disse mesmo você parado sei que você dança.

Bibliografia:  
DAOLIO, Jocimar. Da cultura do corpo. Editora: Papirus, Campinas, 1995, 108 p.
 

Corpo, Jogo e luta.

  Corpo, Jogo e luta.

Compreender o que é jogo, suas diferenças para o esporte, e principalmente o ludicismo esta cada vez mais claro em nossas mentes, mas como ainda estamos no início do estudo, o Huizinga (Homo Ludens – Huizinga, Johan – 2001, 5º ed.) continua a nos surpreender, principalmente quando associa a guerra, a luta ao jogo lúdico, mostrando que apesar da guerra traçar momentos de tristeza e dificuldades, ela se encaixa, segundo o autor, dentro desse movimento do jogo.

Sendo a luta um jogo humano, compreender a associação entre os temas com o corpo, leva nos a tentar entender o trabalho como uma junção dos assuntos e esse foi nosso desafio: Compreender corpo, jogo e luta.

 Ritual de guerra dos índios

 Após a leitura do capítulo O Jogo e a Guerra do livro Homo Ludens, e de tudo que lemos sobre o corpo e sobre jogo lúdico, percebemos na cultura indígena características que se assemelham com essa junção de fatores.

Os índios são corpos, corpos inteiros que refletem sua totalidade. O artigo “A transformação da visão de corpo na sociedade ocidental” (Júlia P. M. de Souza Pinto e Adilson N. de Jesus – Motriz Jun-Dez 2000, V.6 n.2, p.81-87) nos mostra a visão ocidental de dualismo. A visão cartesiana de homem máquina, matematizável e ainda questiona a “superioridade” ocidental na questão da tecnologia, mas que degrada boa parte dos seres humanos. Os índios na sua cultura fogem dessa idéia, já que demonstra em si sua totalidade. Eles estão longe de serem associados a máquinas, já que são de uma cultura considerada por alguns “pouco evoluída”, mas completa em seus ideais, em seus propósitos simples da vida. Os índios apesar de sua semelhança física, também são pessoas diferentes e complexas, como associa Margarida G. de Matos no livro Corpo, Movimento & Socialização (1994) da qual ela nos fala que mesmo gêmeos monozigotos (idênticos) não são a mesma pessoa. O corpo do índio demonstra em si, em sua arte aquilo que ele é, como da mesma forma hoje na nossa cultura urbana temos pessoas que se tatuam e fazem implantes para demonstrarem o que são, os índios demonstram através de seus corpos sua crença, sua arte, sua luta, sua vida. No livro Espaço e Corpo de Ivaldo Betazzo, Inês Bogéa escreve “O corpo se comunica por movimentos, sons e palavras que expressam um saber”. Os índios fazem isso, eles expressam seu saber e contam sua história e sua cultura através de seus corpos, movimentos, da sua espontaneidade.

Além do corpo como todo outra característica que se assemelha muito é o fator luta. A luta está presente na vida do

Luta pela Honra

 índio, seja ela guerreada mesmo contra seus inimigos brancos ou de tribos rivais, seja hoje na luta pela sobrevivência da permanência de sua cultura. Huizinga classifica algumas características de luta sendo jogo lúdico como no caso de haver um espaço e tampo definido para tal, igualdade entre adversários, estratégia, o ritual, a guerra livre e espontânea, a luta pela honra, a decisão do divino, a sorte, a tensão e o divertimento e o não objetivo da morte. Logicamente muitas tribos indígenas, principalmente as da época do descobrimento tinham como característica a morte de seu adversário, sendo até consumido no caso da antropofagia (quando se alimentavam de oponentes com espírito de guerreiros em um ritual) como diz no livro Os índios e o Brasil (Mércio Pereira Gomes) que ressalta a antropofagia principalmente na tribo Tupinambá e também no livro Antropologia (Migração, Guerra e comercio: os Waiãpi na guiana – Dominique Tilkin Gallois, 1986).  Essa idéia de morte do oponente faz com que se perca uma característica lúdica, mas apesar disso se encaixa em outros fatores, como o fato de sua luta ser marcada por rituais, ter tempo e espaço, ter o interesse da honra de seus guerreiros ou da luta por sua terra, por suas crenças, ser lutada de forma espontânea, já que faz parte da cultura indígena e é sempre uma honra, traz tensão e divertimento demonstrado em suas festas. A Miriam Moreira de Mello no livro Lúdico, Educação e educação física descreve sobre os jogos lúdicos que as características humanas são marcas fundamentais e isso pode ser visto nas lutas dos índios, e a Liana Abraão Romera também traz a questão do jogo lúdico ser marcado pela espontaneidade e essa aproximação com o brincar pode proporcionar maior valorização dos elementos lúdicos da cultura.

Sabemos da complexidade e da diversidade dos índios, onde cada tribo tem suas características especificas, que podem se encaixar mais ou menos nas características que temos estudado sobre corpo, jogo e luta, como nas tribos Kayapós que eles dividem o acreditam em si como elementos corporais internos (sangue, ossos, órgãos, carne e água), elemento corporal exterior (a pele), um espírito (mekarõ) e energia vital (kadjwýnh). Isso demonstra algumas diferenças, mas acreditamos que através da nossa visão externa das tribos eles representam o corpo como todo, apesar dessas exceções que não corresponde à idéia de todas as tribos, e também consideramos que toda sua totalidade é marcada pela luta de um todo, uma luta que é jogo, que é vida e humana.

 

Bibliografia:

 Livro: Homo Ludens – Huizinga, Johan – 2005, 5º edição.

Artigo: “A transformação da visão de corpo na sociedade ocidental” – Júlia P. M. de Souza Pinto e Adilson N. de Jesus – Motriz Jun-Dez 2000, V.6 n.2, p.81-87).

Livro: Corpo, Movimento & Socialização – Margarida Gaspar de Matos – 1994.

Livro: Os índios e o Brasil – Mércio Pereira Gomes – 1988 – 2º edição.

Livro: Antropologia (Migração, Guerra e comercio: os Waiãpi na guiana) – Dominique Tilkin Gallois – 1986.

Livro: Espaço e Corpo – Ivaldo Betazzo

Livro: Lúdico, educação e educação física- Nelson Carvalho Marcellino – 2003 – 2º edição.

Site: http://pib.socioambiental.org/pt/povo/kayapo/191Site

Site: http://www.corumba.com.br/pantanal/pant_indio.htm

Site: http://www.francisco.paula.nom.br/Armas%20Brasil/Indio/guerra_ind.htm

Autores da presente máteria: Evelin Luizi Farabotti, Mario Wagner Neto, Tainã Aline da Silva, Geisianne de Almeida Barbosa, Juliana da Silva Martins, Rubens Braga de Novais, Leonardo Said   .

Jogos cooperativos

O aumento da violência na atual sociedade esta bem explicita hoje, porém são poucas as atitudes que estão sendo tomadas para reverter esse quadro de violência, quadro esse que hoje atinge os profissionais em Educação Física e

jogos cooperativos

suas atividades didáticas. Têm aumentado muito na escola as queixas de violência dos alunos, violências estas que são classificadas como atos de exclusão e marginalização de outros alunos que não conseguem se integrar com outros grupos. Também foi notado no mesmo ambiente o aumento de individualismo e competição entre os alunos algo que colabora para a falta de companheirismo de cooperação que promove a exclusão.

“As aulas de educação física escolar deveriam ter o papel de mudar ou pelo menos colaborar para mudança desse quadro através de propostas estratégias pedagógicas”. Neste âmbito, aparece como elemento decisivo, as fundamentações das atividades profissionais do professor de Educação Física, os quais, por meio de uma adequada seleção dos objetivos e conteúdos pedagógicos, podem sugerir atividades de conscientização, integração e cooperação, que sejam mais efetivas e preventivas no combate destas ações de violência.

             Jogos cooperativos são brincadeiras sem competitividade, que ensinam aos participantes a cooperar uns com os outros e a fazer laços de amizade, nos jogos cooperativos não há ganhadores, pois todos são vencedores e todos aprendem juntos. Segundo Barreto (2000): “Jogos cooperativos são dinâmicas de grupo que têm por objetivo, em primeiro lugar, despertar a consciência de cooperação, isto é, mostrar que a cooperação é uma alternativa

jogo cooperativo sem vencedor

 possível e saudável no campo das relações sociais; em segundo lugar, promover efetivamente a cooperação entre as pessoas, na exata medida em que os jogos são eles próprios, experiências cooperativas”.

São atividades que desenvolvem menos agressividade entre os participantes promovendo boas atitudes tais como: amizade, sensibilidade, cooperação e solidariedade. Nos jogos cooperativos não jogamos para vencer, pois afinal não existem vencedores, jogamos contra nossos próprios limites e habilidade e não mais contra os outros.

Artes Marcias

 

.Artes marciais, de todos os temas trabalhos esse era o tema que eu mais ansiava estudar pelo fato de ser um praticante de uma arte marcial Koreana de aproximadamente 1800 anos de idade, foram selecionados em sala de

Arte da guerra

aula varias lutas entre elas o taekwondo a luta que eu pratico e foram sorteadas as lutas para os grupos; pelo fato de terem praticantes de algumas das lutas escolhidas em sala, e assim não dava briga, e por sorte eu e meu grupo podemos falar sobre o taekwondo a principio achei que soubesse tudo e realmente sabia muitas coisas a respeito do taekwondo, mas não tudo,  o meu grupo não sabia nada sobre o assunto então me vi diante de um desafio como eu faria para que meus amigos aprendessem sobre o taekwondo histórico, filosófico, cultural etc..???? Ai tive uma idéia usei o método que os professores do curso usam os mandei pesquisar forneci alguns livros e revistas eles leram, pesquisaram na internet e eles me mandaram via e-mail os resumos e bibliografias aprendi muitas coisas com eles, me falaram muitas coisas sobre o taekwondo que eu não sabia me surpreenderam. Um dos professores não me lembro qual estava nos explicando logo no inicio do curso a metodologia de ensino e aprendizagem que eles usavam e um dos pontos destacados nessa metodologia de trabalho era que eles os próprios professores aprenderiam com os alunos e eu  pude experimentar isso quando eu e meus amigos começamos a montar o seminário da temática arte marcial. 

 .Foi falado sobre varias lutas Jiu-Jitsu, Kung-fu, Esgrima, Box,  judô, Taekwondo ou seja foram faladas varias historia filosofias a maioria de cultura oriental, mas apesar das varias historia todas tem como objetivo auto controle, respeito aos superiores, perseverança (nunca desistir dos objetivos) algo que nos dias de hoje é difícil de obter e a arte marcial nos proporciona quando praticada e levada a sério com objetivos traçados pois “Se ao treinarTAEKWONDO não tivermos objetivos bem definidos, será como ter uma força sem justiça, que é violenta e a maldade”(Arte marcial coreana TAE KWON DO, Vol.I, Mestre Yeo Jin Kim,Pag.14).

O corpo não é fragmentado mas sim uma totalidade

 ou praticar o

Taekwondo diagrama semelhante ao xadrez

 .As artes marciais são lutas, de estratégia, de analise, pré visão, COOPERAÇÃO,USA O CORPO EM SUA TOTALIDADE pois mente e corpo atuam juntos inseparavelmente no livro “O corpo tem suas razões” de Therese Bethera, ele nos faz entender que nosso corpo é consciente pelo fato de nós sermos o corpo e termos consciência. Sendo arte marcial em sua maioria lutas de estratégia e pré visão de ataque do oponentes e movimentações estudadas podemos comparala com o XADREZ um jogo de pré visão e movimentações estudadas, pois no xadrez quando um oponente efetua um ataque, o outro jogador prevendo o ataque monta um contra ataque(retaliação) na arte marcial isso também é feito tanto que nós lutadores profissionais temos como tese que o melhor ataque é o contra ataque(retaliação)

Jogo e Esporte

beisebol

 

O esporte de alto rendimento esta presente na nossa vida desde muito cedo, assim também como o lúdico, talvez por uma questão cultural, ou da própria naturalidade da infância, mas não tínhamos o entendimento que ambos não tem o mesmo significado.

Após as leituras de Huizinga (Homo Ludens – Huizinga Johan – 2004, 5º ed) e Valter Bracht (“A criança que pratica esporte respeita as regras do jogo… capitalista” – 1986), passamos a ter uma outra visão do que representa o esporte e do que o difere do jogo.

Fizemos a filmagem de um esporte, e tentamos identificar em um jogo de rua que têm características semelhantes, os contrapontos baseados nos autores e em outros livros para que tivéssemos uma compreensão mais ampla do assunto.

Vídeo 01 – Esporte = Beisebol

 

Vídeo 02 – Jogo = Taco

O esporte difere inicialmente do jogo através da sua característica de auto rendimento.  Como podemos analisar nos vídeos, existe instrumentos que fazem do esporte mais elaborado, como por exemplo, o campo profissional, o treinador, os equipamentos, a motivação, o bom tratamento fisiológico. Esses são alguns dos fatores explícitos.

No vídeo, o beisebol ali está apenas como treinamento, e não é uma partida oficial, porém sabemos que por trás de todo aquele empenho que um esporte profissional exige do atleta, temos a questão da torcida que também interfere seja positivamente ou negativamente. O atleta profissional sofre influências das massas, pois o esporte é constituído de torcedores que automaticamente pressionam, além de que existem exigências internas, e é uma profissão que sofre muitas pressões que assim podem alterar o relacionamento familiar e as questões psicológicas e sociais como diz Colburn e Cratty no livro Psicologia do esporte tema emergentes 1. “…Nos informam que a questão da influencia que a família, o grupo, os dirigentes e a torcida exercem sobre o atleta, bem como a questão do medo da derrota ( bem como do medo da vitória ), a agressividade a concentração, a ansiedade, o espírito de luta são apenas demonstrativos da temática sobre a qual deve atuar o profissional da psicologia do esporte…” Esse texto nos mostra que os atletas profissionais sofrem tamanhas pressões que necessitam até de psicólogos específicos para tratarem de suas dificuldade e até de traumas.

O esporte nesse aspecto também tem como finalidade lucro, sendo profissão e movimenta uma série de fatores como o marketing esportivo, a mídia, relações publicas, como por exemplo em competições de grande magnitude como as olimpíadas.  No início, o próprio esporte de auto rendimento, segundo Ademir Gebara no livro Esporte história e sociedade / Marcelo proni e Ricardo Lucena, tinha a intenção de profissionalizar e obter lucro, trazendo espetáculos como as olimpíadas de 1896, que a intenção seria promover espetáculos de massa.

Promoção das grandes massas

O esporte de auto rendimento se afasta do lúdico em outras questões como a necessidade do individualismo e da vitória, como diz Valter Bracht “… Permeia, portanto, a busca do rendimento atlético que é condição para as possibilidades de vitória nas competições…”. Além de que a competição é sempre concorrência, como diz Liana Abraão Romera no livro Lúdico, Educação e educação física “… questão de que apenas os mais fortes têm vez e suprimem os mais fracos. O outro é sempre adversário, inimigo a quem tem que se vencer, pois apenas um só será o vencedor, e o outro será derrotado. Na competição tem que se ‘jogar contra e nunca jogar com’…”.Ainda outras questões permeiam o esporte como que as regras que são aceitas sem críticas, já que fazem parte do esporte,  não há questionamentos, até para não haver exclusão.

Mas o esporte apesar de possuir tantas características, que para alguns autores são contrárias a benefícios educacionais e sociais, existem outras visões que colocam o esporte de forma que agregue pontos positivos como que ensina o atleta a ter disciplina, a aprender lidar com vitórias e derrotas, ter uma postura social diferenciada, além do que o esporte é paixão, move milhares de torcedores, movimenta empresas e meche com a sociedade sendo agente transformador.

jogo de taco

No vídeo do jogo, apesar de ser uma demonstração semelhante do esporte, podemos identificar características totalmente diferentes, começando pelas questões que o Huizinga coloca como características do lúdico, como a falta de estrutura, a falta de pressão externa, já que o intuito é o prazer nele mesmo, como diz Giovanina Gomes de Freitas Olivier no livro Lúdico, educação e educação física (Nelson Carvalho Marcellino 2003 – 2º ed.) “… Ele é um fim em si mesmo, não é um meio que alcaçamos outro objetivo, seu objetivo é a vivência prazerosa de sua atividade. O lúdico é o ‘gosto porque gosto’”. Também têm o improviso como caracteristica, o fato de ser livre, de não possuir infuências externas, sendo que as regras são feitas pelos próprios jogadores, tem espaço e tempo definido, apesar de poder ser repetido infinitas vezes.

No livro Lúdico, educação e educação física de Nelson Carvalho Marcellino, temos outras visões de lúdico, como por exemplo, que ele ainda é muito associado ao lazer, momento de ócio, sendo até por isso desvalorizado como diz Maurício Roberto da Silva, que expõe que como o lúdico é fantasioso, não sério, pode ser visto como inutilidade, mas que outros estudiosos (Winnicott, Wallon, Piaget, Huizinga, Chateau e outros) se contrapõe mostrando sua importância tanto para a criança quanto para o adulto, sendo instrumento de humanização.

Mas essas questões da fantasia, fez com o lúdico perdesse um pouco do seu espaço, porém ele é instrumento de atividades de traços humanos, do qual as máquinas não podem fazer como o “brincar, o simular, o divertir-se…; quando essas particularidades desaparecem, o homem perde marcas fundamentais da sua singularidade”, como diz Miriam Moreira de Mello.

máquinas não podem fazer como o “brincar, o simular, o divertir-se

O lúdico também é visto por Liana Abrãao Romera, “como jogar com e não contra”, é fonte de relacionamento em que o outro é parceiro e não adversário. Ela também coloca: “O jogo está mais próximo do brincar, podendo proporcionar maior valorização dos elementos lúdicos da cultura, alcançando uma formação mais crítica e criativa do homem.” O homem se torna mais espontâneo, e desenvolve autoconfiança e autoconhecimento, já que esta desprovido das exigências da sociedade.

O esporte  tem como uma de suas caracteristicas principais as regras, as federações e confederações, já o jogo tem uma visão diferente sobre regras, mas existe um contracenso sobre essa visão, pois o Huizinga, por exemplo, coloca que o jogo tem regras constituidas pelos jogadores, ali na hora, mas Caillois (1990) considera que o  jogo é desprovido de regras, pois em brincadeiras ficticias, ele considera que não há regras, mas improvisação. Já Kishimoto (1994) considera que há regras explicitas como no xadrez e implicitas como nessa brincadeiras ficticias, exemplo, boneca. E Vygotsky (1989) Afirma categoricamente que não existe jogo sem regras.

meninos e meninas jogando fut sal

O lúdico e o esporte possuem inúmeras caracteristicas que os diferem, e possuem para diferentes visões pontos positivos e negativos. Nós não queremos julgar abusivamente o que é certo ou errado, mas perceber que ambos fazem parte da nossa vida e sociedade., mas após as leituras, compreendemos que é necessário uma nova percepação sobre esporte e jogo como coloca Mauro Betti: ” O esporte como lúdico precisaria ser aprendido ou reaprendido e os espaços sociais para tal precisariam ser preservados e/ou criados. Essa conclusão traz implícita uma valorização: reconhecer a possibilidade de realização no esporte de outros valores que não os da cultura esportiva hegemônica. Não apenas  o rendimento máximo do superatleta, mas o ótimo das pessoas comuns…; não somente dinheiro e medalhas como recompensa, mas também o prazer intríseco de participar; não só rivalidade, mas cooperação no confronto com outro ser humano.”

Dessa forma entendemos que existe espaço para os dois, mas que as ferramentas, e a forma como são apresentados devem ser modificadas, levando ao entendimento pleno de suas funções.

 

Bibliografia

 Livro: Esporte historia e sociedade / Marcelo Proni e Ricardo Lucena (orgs).
Ademir Gebara.
Livro: Psicologia do esporte (Tema Emergentes 1)
Afonso Antônio Machado.
Livro: Lúdico, educação e educação física. (2003 – 2º edição)
Nelson Carvalho Marcellino.
Livro: “Acriança que pratica esporte respeita as regras do jogo... Capitalista”.
Valter Bracht.
Livro: Homo Ludens – 2004 – 5º edição
Huizinga Johan.

(Participantes da produção da presente materia: Mario Wagner, Evelin luizi, Tainã Aline, Geizianne Barbosa, Juliana Martins,Rubens Braga e Leonardo Said)

Video de game como metodologia de ensino e aprendizagem

  

 

Jogos eletrônicos e educação

Tenis de mesa (ping pong)

 

.vídeo game como metodologia de ensino? como assim? isso parece estranho! é parece estranho porque a idéia que  as pessoas tem  d0s jogos eletrônicos é de que promove o sedentarismo é de que os jogos eletrônicos simplesmente não promovem nenhum tipo de beneficio para a vida das pessoas essas idéias é claro que tem uma certa influencia da mídia, confesso que eu também tinha essa visão eu achava perda de tempo vídeo game, mas após analises e estudos durante esse semestre no curso de educação física tivemos uma vivência com o vídeo game e descobri que o vídeo game é um instrumento de conhecimento, mas para isso ele precisa ser usado corretamente, onde entra o papel do profissional de Educação Física com o processo de desenvolvimento e o levantamento de  argumentos para a defesa dos objetivos focados nessa metodologia de ensino. Apesar de que o vídeo game tem esse lado benéfico existe um certo exagero do uso do vídeo game como lazer (passatempo) das crianças dos jovens e até mesmo dos adultos que acaba acarretando na perda da essência do jogos clássicos presentes no quadro de Pieter Brueghel(mãe da mula, três marias, briga de galo etc…). 

   

 

 

 

   

 .Porem a tecnologia esta presente em nossas vidas todos os dias e cada dia que passa nossas crianças tem mais acessos a essas tecnologias então cabe a nós professores de educação física fazer bom proveito dessa tecnologia ou seja usa-la de maneira benéfica para educação dos futuros cidadãos da nossa sociedade.  

Os jogos eletrônicos nos transportão para uma outra dimensão ou seja para um mundo de ficção mas não deixa de certa forma fugirmos da realidade presente .Por exemplo os jogos olímpicos, um evento que mobiliza o mundo, ali são mostrados esportes que nunca praticamos ou que até mesmo nem conhecíamos e tomando o conhecimento da existência desses esportes nos desperta muitas vezes o interesse de conhecer mais e de poder vivencialo de alguma maneira. Pois ai entra o vídeo game como instrumento de conhecimento, por exemplo os jogos de inverno que característica de ser exibidos em países frios. 

 

  

Esqui na neve

   

nós aprendemos muito sobre eles quando assistimos na televisão, porem com o vídeo game nós podemos participar é bem mais emocionante, prestamos bastante atenção para compreendermos algumas regras para que venhamos ser vencedores no jogo. Através do jogos conseguimos desencadear o interesse em estudar as regras conhecer história e isso colabora com outros aspectos positivos como o conceitual (Suarya Darido) que quando começamos a saber mais sobre o esporte como a historia, regra etc… Também podemos dizer que contribui para a dimensão procedimental apesar de não praticarmos o esporte em si ele desencadeia o interesse de praticalo de verde, ou seja buscando a prática de atividades física, além dos beneficio na dimensão atitudinal que através das praticas esportiva adquira valores de comportamento importantes e caráter o que te faz melhorar como cidadão. 

 .Através da vivência que tive pude conhecer vários esportes alguns eu vi nos jogos olímpicos de inverno e na vivência com o vídeo game na univercidade pude participar desfrutar da paisagem um pouco da cultura e da lingua de países que eu não conhecia. E tudo isso contribui para a formação do individuo frente a sociedade. 

Entre os muros da escola

 

"Entre os muros da escola"

  .”Entre os muros da escola” é um filme que retra a dura realidade de professores e alunos em uma escola na frança que segue uma linha de pensamento tradicional (militarista), uma escola que recebia alunos expulsos de outras escolas ou seja alunos problemáticos, porém percebi durante o filme que apesar de serem alunos que davam problemas o professor protagonista do filme conseguia despertar o interesse de participação em alguns alunos porém muitas veses com imposição autoritária bem caracteristico do sistema militárista.

 .Hoje em dia a maioria da escolas ainda trabalha nessa linha de pensamento militárista onde os alunos teem que viver dentro de um sistema onde as regras impostas pelo mesmo não podem ser quebradas e caso quebras os alunos são julgados por um conselho diciplinar que na grande maioria das vezes expulsão o aluno do colégio,e no filme “Entre os muros da escola”nós temos um exemplo desse tipo de punição.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.